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Promoção “Especial Outubro Mês da Leitura” – Semana Ática / Scipione

 

Promoção “Especial Outubro Mês da Leitura”, em parceria com a Editora Ática/Scipione (http://www.editoraatica.com.br/).

Prêmio Kit Livros
1º Prêmio 1 “Roubo no Paço Imperial” de Luis Eduardo Matta (Editora Ática) 
“O Rubi do Planalto Central” de Luis Eduardo Matta. (Editora Ática)
“Um sujeito sem qualidades” de Jean-Claude R. Alphen. (Editora Scipione)
     
2º Prêmio 2 “Morte no Colégio” de Luis Eduardo Matta. (Editora Ática)
“Anjo das Ondas” de João Gilberto Noll. (Editora Scipione)
“Em que planeta você vive, Clarice Bean?” de Lauren Child. (Editora Ática)
     
3º Prêmio 3 “Grafias Urbanas” de Bruno Zeni, Fernando Bonassi, Ferréz, Ivana Arruda Leite, João Anzanello Carrascoza, Marcelino Freire, Miguel Sanches Neto, Rodrigo Lacerda, Simone Paulino, Veronica Stigger. (Editora Scipione).
“Prendedor de Sonhos”
  , de João Anzanello Carrascoza (Editora Scipione)
“Espetáculo de Números” de Giller Eduar. (Editora Ática)
     
4º Prêmio 4 “Sortes de Villamor” de Nilma Lacerda. (Editora Scipione)
“Duda Bocuda” de Andréa Vieira (Editora Scipione)
     
5º Prêmio 5 “O trono no morro” de José J. Veiga. (Editora Ática)
“Quem vai decifrar o código Leonardo?” de Thomas Brezina (Editora Ática)

Confira o release de cada livro:

 

Roubo no Paço Imperial de Luis Eduardo Matta.

( Coleção Olho no Lance - Os caça-mistérios )

 A “Peça da Coroação” – moeda mais rara e valiosa da história do Brasil, feita em homenagem à coroação de dom Pedro I como imperador, em 1822 – é misteriosamente roubada durante uma exposição numismática no Paço Imperial, no Rio de Janeiro. Dona Olga, uma ex-agente da Interpol e descendente direta de Pedro Álvares Cabral, está presente no Paço no momento do roubo e logo descobre que a polícia não vai se envolver no caso. Inconformada e intrigada, ela resolve colocar suas habilidades profissionais em ação novamente e investigar o mistério por conta própria, contando, para isso, com a ajuda de três jovens espertos: seus netos Júlia e André e um amigo deles, Rachid, um menino iraquiano.

Os quatro começam a procurar pistas e a seguir suspeitos por toda a cidade e, imediatamente, se vêem perdidos num labirinto de perguntas sem respostas, a começar pelo próprio dono da moeda, Paulo Roberto, que parece fazer de tudo para que o roubo não seja esclarecido. À medida que a investigação avança, coisas estranhas acontecem e Dona Olga, Júlia, André e Rachid, entre uma visita e outra ao Paço, percebem que o caso é muito mais complexo do que eles imaginavam. E que o desaparecimento da “Peça da Coroação” pode ter sido mais do que um roubo. Pode ter sido uma vingança.

Primeiro título da consagrada coleção Olho no Lance – especializada em livros interativos de mistério e aventura –, escrito por um autor brasileiro e a ter o Brasil como cenário, ROUBO NO PAÇO IMPERIAL é um thriller juvenil repleto de enigmas e desafios que levarão o leitor a interagir com a trama, como se ele fosse, também, um “caça-mistérios”. E, de quebra, a descobrir, entre um mistério e outro, fatos sobre a história do Rio de Janeiro e do Brasil, de uma forma estimulante e muito divertida.

O rubi do Planalto Central, de Luis Eduardo Matta

( Coleção Olho no Lance - Os caça-mistérios )

 Rajesh Mishra II, Marajá de Jodaipur, um pequeno principado do noroeste da Índia, chega a Brasília em visita oficial, acompanhado de sua comitiva que inclui, entre outros, sua esposa, a Marani (rainha) Bhargavi e seu irmão mais velho, o príncipe Gulab, que dirige a companhia oficial de dança em Jodaipur. O Marajá é dono de um dos mais valiosos rubis do mundo, o Agni ki fúol (“A flor de fogo”, em híndi), que adorna o turbante real.

 Durante um jantar oferecido pelo governo brasileiro no Palácio Itamaraty, o rubi se desprende do turbante do Marajá e se espatifa no chão. Descobre-se, então, que a pedra era uma réplica e que a verdadeira havia sido roubada entre a chegada da comitiva a Brasília e a recepção no Itamaraty. A tensão aumenta quando, na noite seguinte, durante a apresentação da Companhia de Dança de Jodaipur, no Teatro Nacional, a Marani Bhargavi é misteriosamente seqüestrada.

Correndo contra o tempo, dona Olga, ex-agente da Interpol e descendente de Pedro Álvares Cabral, entra novamente em ação a fim de solucionar o ardiloso mistério, sempre contando com a ajuda de seus jovens e espertos auxiliares: os dois netos, Júlia e André, e um amigo deles, o garoto iraquiano Rachid.

Ambientado em Brasília, O RUBI DO PLANALTO CENTRAL é o segundo título da coleção Os Caça-Mistérios, especializada em livros juvenis interativos de suspense, mistério e aventura, escritos por autores brasileiros. Nele, o leitor também participa da trama, resolvendo enigmas junto com os personagens, ao mesmo tempo em que conhece um pouco mais sobre a capital brasileira e desvenda alguns dos muitos segredos da Índia.

Morte no Colégio, de Luis Eduardo Matta

( Coleção Vaga-lume )

 Há milhares de anos, um lugar habitado por uma civilização muito desenvolvida afundou no mar e desapareceu para sempre. Platão, o célebre filósofo grego, foi o primeiro a mencionar essa história, há mais de dois mil anos. Desde então o mito de Atlântida vem atravessando os séculos, permanecendo até hoje como um dos maiores enigmas de todos os tempos.

 O jovem Ivan Seabra e sua irmã, Sofia, nunca deram maior atenção às pesquisas minuciosas de seu tio Fausto sobre a civilização atlante. Nem mesmo no dia em que este se encontrou a portas fechadas com o diretor do colégio onde eles estudam para conversarem sobre os Manuscritos de Éfeso, um valiosíssimo tesouro descoberto no século VI por um sacerdote grego nas proximidades do Mar Egeu, e que provaria a existência e revelaria a localização de Atlântida. Porém, logo após essa reunião, Ivan começa a receber sinistros bilhetes ameaçadores e, poucos dias depois, o diretor é misteriosamente assassinado.

Os Manuscritos de Éfeso, desaparecidos há séculos, sempre despertaram a cobiça dos homens. E o diretor do colégio, pouco antes de ser assassinado, parecia prestes a encontrá-los.

Ivan, Sofia e seu tio Fausto, da noite para o dia, vêem-se enredados por uma teia complexa de mistérios. Afinal, qual a relação da morte do diretor com os Manuscritos? Quem o teria assassinado? Seria a mesma pessoa que está enviando as mensagens ameaçadoras a Ivan?

Numa trama ágil e movimentada, que mistura História, suspense, aventura e humor, MORTE NO COLÉGIO levará o leitor a uma verdadeira epopéia em busca dos lendários Manuscritos de Éfeso e do continente perdido de Atlântida.

 Anjo das Ondas, de João Gilberto Noll

Gustavo vive entre duas cidades, Londres e Rio, e entre duas idades, a infância e a vida adulta. O garoto completa quinze anos exatamente ao atravessar de volta o Atlântico. Regressar ao Brasil significa pisar de novo a “relva da infância” e, ao mesmo tempo, partir em busca da sonhada, embora temida, consciência de si mesmo. A identidade, nas histórias de João Gilberto Noll, é uma coisa precária e periclitante. Afinal, persiste sempre a pergunta: “É esse o meu lugar?”.

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Quem vai decifrar o código Leonardo?, de Thomas Brezina

 Entre já no Museu da Aventura, onde inúmeros segredos e um monte de mistérios o aguardam! Em Quem vai decifrar o Código Leonardo?, você vai viajar para uma terra estranha e um tempo bem distante. Nessa viagem, vai conhecer e se espantar com a vida, a obra e as descobertas do famoso Leonardo da Vinci – um italiano que nasceu em 1452 e revolucionou o mundo.
Tudo para ajudar o dono do museu, sr. Tonatelli, e seu cachorro, Pablo, a decifrar o Código Leonardo (não confunda com o Da Vinci!) e, assim, conservar o Museu da Aventura.

Nessa missão, você vai precisar visitar o grande mestre em seu ateliê, conhecer seus quadros e invenções e desvendar enigmas obscuros.

Isso sem falar em enfrentar a dupla nefasta do Museu da Aventura: Sr. Malfatti e dona Malva. Pablo e o sr. Tonatelli contam com a sua ajuda! Faça parte dessa turma!

 Grafias Urbanas, de vários autores (Bruno Zeni, Fernando Bonassi, Ferréz, Ivana Arruda Leite, João Anzanello Carrascoza, Marcelino Freire, Miguel Sanches Neto, Rodrigo Lacerda, Simone Paulino, Veronica Stigger)

Apresentar olhares diversos de escritores contemporâneos para a vida urbana – essa é a proposta desta antologia. As histórias aqui reunidas constituem uma amostra significativa da produção literária atual. São dez textos inéditos que demonstram uma forte inquietação criativa e, ao mesmo tempo, sensibilidade e atenção para os problemas da nossa realidade. A leitura de Grafias urbanas confirmará a preocupação dos escritores contemporâneos com os problemas que atingem as nossas cidades e, por extensão, o nosso país. O leitor poderá ver que a produção atual não se resume a uma mera documentação da realidade – como querem alguns críticos – ou, por outro lado, a representações muito subjetivas, sem elos com o real. Bem mais do que isso, as narrativas reunidas nesta antologia são exemplos do mais autêntico exercício de criação literária.

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O trono no morro (José J. Veiga)

Um inexperiente bandoleiro se torna o líder de um estranho reino, onde o inesperado pode acontecer a qualquer momento.

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Sortes de Villamor ( Nilma Lacerda )

 No começo do século XIX, em Salvador, após o naufrágio de seu barco, a jovem francesa Blanche de Villemaur é recebida pela matriarca Ismê Catureba em sua casa de “acolhida, cura e predição”. Caim de Node, um negro forro que mantém uma banca de escrita, é quem nos conta como se desenvolve o relacionamento de Branca e Ismê, cujas vidas, ao se cruzarem, se modificam para sempre. Branca acompanha de perto o embate de Ismê para manter vivas as tradições africanas, ao mesmo tempo em que aprende a sabedoria das coisas e das palavras de um mundo novo que se abre a seus olhos.

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Prendedor de Sonhos (João Anzanello Carrascoza)

Zelito Traquitana era o único inventor daquela cidadezinha. Um dia, remexendo em seus velhos inventos, encontrou a máquina de fabricar sonhos e resolveu consertá-la. Mas, por algum defeito em seu mecanismo, em vez de produzir os seus próprios, a máquina começou a prender os sonhos de toda a população, espalhando um clima de desencanto pela cidade.

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Duca Bocuda (Andréa Vieira)

Duda Bocuda era uma menina fofoqueira de primeira. Não conseguia guardar nenhum segredo! Mas de uma maneira inesperada e divertida, aprendeu uma lição em sua vida.

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Um sujeito sem qualidades, de Jean-Claude R. Alphen

Arnaldo mora sozinho numa cabana no alto de uma montanha. Ele acredita ter alma de artista, tamanha é a sua sensibilidade. Tudo ia bem e ele vivia feliz apreciando as belezas da natureza ao seu redor. Um dia, porém, percebeu que faltava algo alguém para compartilhar sua sensibilidade artística. Decidido a encontrar uma companhia, Arnaldo resolve procurar seus vizinhos, três espécies diferentes de aves. O que ele acaba encontrando, no entanto, é apenas incompreensão e decepção. De forma bem-humorada, o livro propõe à criança uma reflexão sobre a solidão e vida em sociedade.

Em que planeta você vive, Clarice Bean?, de Lauren Child

Clarice Bean está aprendendo na escola tudo sobre o planeta Terra e o meio ambiente. O tema é muito legal, difícil é fazer o trabalho em dupla com o menino mais chato da turma. Participar de um protesto ecológico para salvar uma árvore é muito mais divertido, mas nem todos estão convencidos disso, especialmente a professora de Clarice, a Dona Clotilde.

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Espetáculo de Números, de Gilles Eduar

Nove Caoscães – assim chamados por serem muito desordeiros – vão ao circo assistir ao show das Maxipulgas. Começam perdendo a hora de acordar. Depois, não conseguem encontrar o caminho, mesmo consultando o mapa. Pedem ajuda à dona Fitolaca, uma simpática ex-professora, que acaba indo com eles ao show.

E, enquanto tentam achar o caminho, os Caoscães vão enfrentando problemas, que os leva a aprender e desenvolver certas capacidades, como de equilíbrio, leitura de mapas, realização de contas…

Finalmente, chegam ao destino. Mas, para desespero de todos, as Maxipulgas fogem do circo para nunca mais terem de aguentar espectadores atrasados. Vendo certas habilidades de circo naqueles cães bagunceiros, o Camaleão, dono do circo, os contrata na esperança de que, bem treinados, substituam as pulgas adestradas desaparecidas.

Assim, além dos números artísticos do circo, eles aprendem também várias tarefas, como cozinhar, comprar, controlar contas, bilheteria, calendário, agenda de trabalho, de aniversários, festas folclóricas, mapas das cidades onde se apresentam, fazem cenários… Enfim, graças à Matemática, os Caoscães viram, com sucesso, estrelas, ajudantes e administradores do circo do seu Camaleão.

Um livro com história e ilustrações divertidas recheado de desafios, curiosidades, brincadeiras que estimulam o raciocínio e a aquisição de conhecimentos matemáticos.

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