Três pais, de Paulo Bentancur

capa
Paulo Bentancur tem mais de 20 anos na estrada literária, na qual além de escritor e crítico, já trabalhou como editor, revisor, preparador de originais e tradutor. Como escritor teve o reconhecimento nos quatro prêmios Açorianos recebidos.
Atualmente, além da escrita, tem se dedicado a ministrar oficinas de criação literária e de leitura crítica (presenciais e online), além de prestar serviços de assessoria editorial e participar em diversos eventos literários como palestrante.
Em 2009, Paulo lança três livros, todos no gênero infantojuvenil. Dois deles representam uma nova fase, em que ele investe no terror com humor – O morto que não encontrava o Céu e Tem vampiro no hospital. O terceiro mescla duas adaptações com um texto de sua autoria. Trata-se do juvenil Três Pais, com três histórias envolvendo paternidade.
- Leia o perfil do autor aqui no Sobrecapa;
- Acesse o site do escritor em www.paulobentancur.com;
- Acesse o blog do escritor em bentancur.blogspot.com;
- Leia entrevista em que Paulo fala do lançamento e, em detalhes, sobre a história de Pai embrulhado para presente.
Três Pais
Coleção Três por Três
Paulo Bentancur
Atual Editora, 80 págs., R$ 28,90
A câmera e a pena, de Alexandre Brandão

capa
Alexandre Brandão estreou como contista, recebeu o Prêmio Oficina do Autor da Funarte, que lhe rendeu reconhecimento e a leitura e comentários de Flávio Moreira da Costa, além de várias resenhas sobre a coletânea Estão todos aqui. Agora, em seu terceiro livro, Alexandre aposta nas novelas. E uma aposta que explora o mundo das pessoas que fazem cinema e literatura. Aposta que já rende boas impressões.
Na primeira, intitulada “Um pouco mais que um diretor”, o autor mostra o drama por trás do drama: um set de filmagem assolado pela guerra de egos, pelos vícios e vaidades de atores, diretores e colaboradores de um filme. E por um dilema inusitado: fazer o filme e destruir reputações ou preservar reputações, acabando com o filme.
A segunda novela, “Em torno de uma xícara de café”, entra no universo dos aspirantes a escritores e da amizade que comumente nasce entre eles a partir de seus afetos literários. Os cinco novos autores e amigos que se reúnem para submeter seus textos às críticas dos demais servem de pretexto para o virtuosismo de Alexandre Brandão, que cria os mais diversos estilos e registros, numa interessante abordagem metalinguística da literatura e do fazer literário dos novos escritores.
O autor aproveitou o livro para convidar algumas de suas referências literárias para escrever a orelha (Antônio Barreto) e as apresentações das novelas (Marco Túlio Costa e Alexandre Marino). Os três são conterrâneos de Alexandre e foram responsáveis, nos anos 70, pelo lançamento da Protótipo, revista literária que teve repercussão nacional, apesar de editada no interior de Minas Gerais. Dessa forma, o livro é também uma espécie de reunião de amigos, pois são também amigos o capista (Ricardo Tamm) e as revisoras (Teresa Cristina Pessoa Brandão e Glória Castro).
O lançamento ocorreu em maio no Rio de Janeiro e em junho na cidade de Passos, no Palácio da Cultura.
Mais…
- Leia perfil do autor aqui no Sobrecapa;
- Acesse o blog do autor;
- Leia a resenha do livro escrita por Duílio Gomes e publicada no Caderno Ideias do Jornal do Brasil;
- Leia a resenha do livro escrita por Haron Gamal e publicada no Portal Literal;
- Leia matéria publicada no jornal Correio dos Lagos, a respeito do lançamento.
A câmera e a pena
Alexandre Brandão
Cais Pharoux, 160 págs., R$ 30



