Miriam Mambrini

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Miriam Mambrini é carioca, formada em Línguas Neolatinas pela PUC/RJ. Estreou na literatura em 1994 com o livro de contos O baile das feias. Mas muito antes, Miriam já ganhava vários prêmios literários, entre eles o primeiro lugar no Stanislaw Ponte Preta (1991).
Colaborou na revista Ficções.
Confira sua obra:
* Romance
- A outra metade (7Letras, 2000)
- As pedras não morrem (Bom texto, 2004). Selecionado pelo PNBE (Programa Nacional Biblioteca da Escola)
- O crime mais cruel (Bom texto, 2006). Selecionado pelo PNBE (Programa Nacional Biblioteca da Escola)
* Contos
- O baile das feias (Obra Aberta, 1994)
- Grandes peixes vorazes (7Letras, 1997)
- Vícios ocultos (Bom texto, 2009)
* Crônicas
- Máscara Quitéria, 32 (Bom Texto, 2008)
* Participou das seguintes antologias, entre outras:
- Doze autores e suas histórias (Bom Texto, 2003)
- Contos de escritoras brasileiras, organizado por Lúcia Helena Viana e Márcia Ligia Guidin (Martins Fontes, 2003)
- Tempos de Nassau: um príncipe em Pernambuco (Bom Texto, 2004)
- 30 mulheres que estão fazendo a literatura brasileira hoje, organizada por Luiz Ruffato (Record, 2005)
- O livro dos sentimentos, organizado por Maria Isabel Borja e Márcio Vassallo (Guarda-chuva, 2006)
Para conhecer um pouco mais:
- Leia o conto Oblivion, publicado no Rascunho, do livro Vícios Ocultos;
- Leia o conto Sujeito e objeto, publicado na revista Bestiário;
- Leia resenha sobre O livro dos sentimentos, escrita por Paula Cajaty.




muito bem mas c tivesse como por mais coisas
sobre ela me enteressaria muito
eu adoro os seus livro ja li varias vezes o livro As Pedras Não Morrem…
eu adoro ele!!!!
A doro todos seus livros especialmente as pedras não morrem gostei muito!!!!!!!!!!
Como alguns já disseram ai, eu tbm gosto muito do livro “As Pedras não Morrem”, na realidade só li uma vez, mas foi único e como nenhum outro, amei de verdade !
Parabéns pelo livro !
nossa Miriam eu to no começo do livro “O crime mais cruel” e eu e minha amiga estamos amando é muito bom
Eu poderia ser uma pedra. daquelas que continuam vivas nas “campos santos” da vida aquelas com apenas tres inscrições nome, data de nascimento e data do óbito, não fossem alguns bons conselhos e bons exemplos dados por ela na década de 60.
Para um garoto criado no “Complexo Germânico” a compra de um Simca ou JK já era mais que um incentivo para apenas um ano de “Carreira” nas vendas.Ouvi sábios conselhos de como me tornar um engenheiro e disse não aos “patrões”. Graças a Deus !!! Um dia te conto um pouco mais de uma saga que hoje seria uma interessante lição de vida! Saúde e sucesso sempre!