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Aos leitores do Sobrecapa:
O layout do Site Sobrecapa está sendo modificado aos poucos. Pedimos paciência se alguma página estiver com problemas na formatação.
A ideia é que tenhamos uma homepage com o resumo das notícias, para um acesso mais rápido.
Atualização: por problemas de compatibilidade, voltamos ao layout antigo.
Jornal Sobrecapa Literal e Concurso Poeme-se! no Portal TVI24, em Portugal
O Portal TVI24, em Portugal, divulgou uma bela matéria sobre o concurso de poemas no Twitter, Poeme-se!, uma ideia do nosso colunista Sérgio Bernardo, que assina a coluna “Sem poesia não dá”, do Jornal Sobrecapa Literal.
A matéria pode ser lida em: http://www.tvi24.iol.pt/tecnologia/twitter-poemas-concurso-dia-mundial-da-poesia-brasil-tvi24–/1241021-4069.html.
O Concurso Poeme-se! tem o regulamento linkado ao blog Tudo vira poesia, do autor.
Confira no link http://tudovirapoesia.blogs.sapo.pt/1509.html o regulamento do concurso.
Diário da queda, de Michel Laub
Michel Laub nasceu em Porto Alegre, em 1973, e publicou quatro romances, recebendo o prêmio Erico Verissimo/Revelação, da União Brasileira dos Escritores, as bolsas Vitae, Funarte e Petrobrás, além de ter sido finalista dos prêmios Jabuti, Portugal Telecom e Zaffari/Bourbon.
Agora Michel lança seu quinto romance, Diário da Queda, em que visita um tema não só inédito para ele, mas que também remexe em suas origens. Mas não é só no papel que o autor se divide com o leitor, mas também em seu ótimo blog (http://michellaub.wordpress.com/), que traz sempre posts interessantíssimos. E seguindo na mesma linha, ele se tornou há pouco o mais novo colunista do blog da Editora Companhia das Letras.
Publicou: Música Anterior (Companhia das Letras, 2001), Longe da Água (Companhia das Letras, 2004), O Segundo Tempo (Companhia das Letras, 2006) e O gato diz adeus (Companhia das Letras, 2009).
Confira o release da obra:
Um garoto de treze anos se machuca numa festa de aniversário. Quando adulto, um de seus colegas narra o episódio. A partir das motivações do que se revela mais que um acidente, cujas consequências se projetam em diversos fatos de sua vida nas décadas seguintes – a adolescência conturbada, uma mudança de cidade, um casamento em crise -, ele constrói uma reflexão corajosa sobre identidade, afeto e perda.
Dessa reflexão fazem parte também as trajetórias de seu pai, com quem o protagonista tem uma relação difícil, e de seu avô, sobrevivente de Auschwitz que passou anos escrevendo um diário secreto e bizarro. São três gerações, cuja história parece ser uma só; são lembranças que se juntam de maneira fragmentada, como numa lista em que os fatos carregam em si tanto inocência quanto brutalidade.
Numa prosa que oscila entre violência, lirismo e ironia, com pausas para uma neutralidade quase documental na descrição de cheiros, gostos, sons, fatos e sentimentos, Diário da queda é uma viagem inusitada pela memória de um homem no momento em que ele precisa fazer a escolha que mudará sua vida.
Mais…
- Acesse o blog do autor;
- Siga o autor no twitter;
- Leia o primeiro capítulo do livro;
- Veja trailer do livro no blog do autor;
- Leia matéria publicada no Estadão;
- Leia matéria publicada na Folha – Caderno Ilustrada;
- Leia matéria publicada em O Diário.com;
- Leia matéria publicada no Jornal de Santa Catarina.
Diário da querda
Michel Laub
Editora Companhia das Letras (152 pp., R$ 38,50)
Lançamento de Um menino chamado Negrinho, de Hellenice Ferreira
As histórias do nosso folclore tendem a grudar em nossas lembranças, deixando-nos uma ligação tênue com o passado, com o que vivemos. Mas o melhor de ouvi-las novamente, é ouvi-las com um novo olhar, com um texto que recria, que encanta.
É isso que Hellenice Ferreira faz com a lenda do Negrinho do Pastoreio, recontando sua história no livro Um menino chamado Negrinho (Ed. Escrita Fina).
Não é só o texto de Hellenice que encanta, mas as lindas imagens do ilustrador Luís Silva, também autor do belíssimo O livro da avó (Ed. Escrita Fina) (Prêmio Byssaia Barreto de Ilustração em 2008).
Confira o release da obra:
Reconto de narrativa popular lança luz à história do menino que ajuda, até hoje, aqueles que procuram um objeto perdido.
Dizem que a lenda nasceu no Sul do país. Mas breve se espalhou a galope pelos quatro cantos. Tanto que, aqui e acolá, quem perde alguma coisa recorre logo à fé no Negrinho do Pastoreio, a quem são atribuídos os poderes de encontrar objetos perdidos. Figura das mais assíduas no imaginário popular brasileiro, rememorado desde cantigas para crianças até textos sociológicos mais sisudos, fato é que o moleque sem nome, nascido escravo e afilhado de Nossa Senhora, tem sido sempre um guri querido por toda a gente, símbolo dessa matreirice infantil que nos convoca à busca por um mundo mais alegre e justo.
Pois Hellenice Ferreira decidiu recontar a narrativa popular para as crianças de nossos tempos, com a ajuda dos pincéis deslumbrantes ― e melancólicos ― do ilustrador Luís Silva, natural de Luanda e que, por isso mesmo, carrega a memória de uma África maternal, a mesma que deu origem ao Negrinho sem nome.
A história contada nessas páginas é famosa: o menino, chamado simplesmente “Negrinho”, era escravo numa fazenda. Não tinha família, e cuidava com apreço dos cavalos de seu patrão. A vida dura não era problema. Transbordava felicidade, e adorava os cavalos.
Um dia, porém, fugiu o animal preferido do senhor. Com a ajuda de sua madrinha Nossa Senhora, Negrinho encontrou o cavalo. No dia seguinte, porém, não teve a mesma sorte: sem conseguir achar o bicho fujão, o menino foi castigado e abandonado num formigueiro. Só que um milagre marca o desfecho da história, elevando o menino à dimensão de símbolo de esperança e fé, que ultrapassa traços religiosos e espaços geográficos.
Sobre a autora e o ilustrador:
A Autora: Um menino chamado Negrinho é o quarto livro de Hellenice Ferreira, filósofa e especialista em arteterapia. Professora da rede municipal de ensino de Duque de Caxias (RJ), a autora deu início, em 2002, ao Programa de Incentivo à Leitura Livro, Arte e Cia., por meio do qual dinamiza projetos cujo objetivo é incluir a leitura, em suas variadas possibilidades, na agenda cultural de sua cidade.
O Ilustrador: Luís Silva é natural de Luanda e vive em Portugal desde os seis anos. É ilustrador desde 1997. Dentre os livros que publicou, destacam-se O livro da avó (Prêmio Byssaia Barreto de Ilustração em 2008), cuja edição brasileira surgiu pelas mãos da Escrita Fina, e O senhor das palavras, com texto de Isabel Rosas.
Lançamento:
20 de março, às 16h,
na Livraria Museu da República – Museu da República
Rua do Catete, 153 – Catete (RJ)
Haverá contação de histórias.
Um menino chamado Negrinho
Hellenice Ferreira
Ilustrações de Luís Silva
Editora Escrita Fina (40 pp., R$ 18,00)
Leia um trecho:
“Cuidava o dia inteiro dos bichos
e, à noite, os levava às suas baias
sorrindo, sentindo a viração soprar
em suas bochechas. Que delícia!
Já estava longe de seus pais
havia tanto tempo que ninguém mais
se lembrava de seu nome.
Atendia então quando chamavam:
– Negrinho! Negrinho!
Negrinho!…
Certa feita, o cavalo preferido de
seu senhor fugiu e o homem, severo,
ameaçou Negrinho de morte se não
o encontrasse!“
Nossa Estante: Jogo da Memória, de Laura Bergallo
Laura Bergallo desde que se entende por gente adora inventar histórias. Sorte nossa, pois podemos curtir uma história tão delicada como seu último livro: Jogo da Memória (Ed. Escrita Fina). Lançado em 2009, o livro fala da relação de avô e filho, do que uma doença terrível como o mal de Alzheimer faz à família de uma pessoa, tudo numa linguagem cativante e voltada para o público juvenil.
Laura tem doze livros publicados e acumulou prêmios importantes como o Jabuti (da Câmara Brasileira do Livro) e o Adolfo Aizen (da União Brasileira de Escritores). E agora com Jogo da Memória, ela é novamente contemplada ao ser selecionada para o catálogo da Feira do Livro de Bolonha.
Confira o release da obra:
O jogo da memória sempre foi um dos passatempos preferidos da família de Lucca. O campeão imbatível na brincadeira é vô Pietro, um italiano bem-humorado que adora reunir todo mundo em torno do tabuleiro. Por isso, quando o vovô-craque começa a perder o jeito da disputa, é sinal de que algo de muito errado está acontecendo. Em pouco tempo, o patriarca estaria confundindo o nome de filhos, netos e da própria mulher.
Jogo da memória aborda, de um jeito original e sensível, um drama que se manifesta em muitas famílias brasileiras: o mal de Alzheimer. Trata-se de uma doença que atinge pessoas geralmente na terceira idade, e que é uma das principais causas de perda da memória após os 60 anos.
O mais recente livro da premiada escritora Laura Bergallo, porém, não tem nada de sombrio. Pelo contrário: é uma história eletrizante, cheia de aventura e de surpresas. Tudo isso porque, inconformado com o problema, Lucca acaba descobrindo que a memória de seu avô foi roubada por uma quadrilha de perigosos bandidos, que ganham dinheiro vendendo as lembranças alheias. Ou seja: apesar do diagnóstico médico, ele acredita que a perda de memória de seu avô e de outras pessoas seria, na verdade, culpa de uma organização criminosa.
Com a ajuda de seus primos Gabriela e Rafael, e uma mãozinha extra do computador, Lucca arma um plano para recuperar a memória de vô Pietro. O garoto, afinal, tem um incentivo a mais para se arriscar tanto: só ele sabe o quão ricas são as recordações de seu avô. Dias antes dos primeiros esquecimentos, o velho italiano decidiu contar para Lucca suas mais secretas e irresistíveis lembranças: a descoberta do amor, os encontros furtivos com a bella Giulia na cidadezinha de Aquileia, a ida para a guerra, o sofrimento no front e a interrupção trágica do seu romance.
Com todos esses temas costurados em ritmo de aventura, Laura Bergallo apresenta uma história que é um elogio à resistência e à força criativa da juventude.
Jogo da Memória
Laura Bergallo
Ilustrações de Martha Werneck
Editora Escrita Fina (164 pp., R$ 33,00)
Leia um trecho:
“O pior é que eu não sabia exatamente o que devia procurar; só sabia que não podia ficar ali parado bocejando… precisava tomar uma providência pra tentar ajudar o meu avô.
Então digitei na caixa de buscas as duas primeiras palavras que me vieram à cabeça, e que tinham a ver com o problema do vô Pietro: “memória” e “lembranças”.
Não adiantou. Foi encontrada a espantosa quantidade de 988 mil sites, dando pra ver logo de cara que ia ser quase impossível achar a ajuda certa no meio daquela enorme confusão, ainda mais estando morto de sono como eu estava.
Mas uma coisa à direita na tela de repente chamou minha atenção. No lugar dos links patrocinados, ou seja, na parte reservada à propaganda comercial, estava um anúncio que dizia assim:
Quer Comprar Lembranças e Memória?
Compre as lembranças que você sempre quis ter e
a maior variedade de memórias recentes e antigas
pagando em até 12x s/juros!
www.shoppingdamemoria.com.br“
Concurso Poeme-se! no Twitter – Tudo vira poesia
A coluna “Sem poesia não dá”, do Jornal Sobrecapa Literal, escrita pelo poeta Sérgio Bernardo, teve a iniciativa de promover um concurso de poesias no Twitter.
O Concurso Poeme-se! tem o regulamento linkado ao blog Tudo vira poesia, do autor.
Confira no link http://tudovirapoesia.blogs.sapo.pt/1509.html o regulamento do concurso.
Participe! Divulgue!
Jornal Sobrecapa Literal foi citado no Jornal A Voz da Serra
O Jornal A Voz da Serra, de Nova Friburgo, fez uma bela matéria sobre o lançamento do Jornal Sobrecapa Literal e a presença do premiadíssimo poeta Sérgio Bernardo como um dos colunistas.
A matéria pode ser lida em: http://www.avozdaserra.com.br/noticiaslight.php?noticia=1403.
Promoção Março de 2011 no ar
As promoções do site Sobrecapa voltaram. A primeira sorteará 6 livros no dia 6 de abril. Para isso, vocês têm até o dia 1º de abril para participar.
Quer saber como? Acesse a página da promoção (http://sobrecapa.wordpress.com/promocoes/promocao-marco-de-2011/), para conferir o link do formulário de inscrição, a lista de livros e as regras.
Edição de março do Jornal Sobrecapa Literal no ar
Está no ar a edição de março do Jornal Sobrecapa Literal.
As novidades são muitas. Tem novas colunas, o jornal vem com 18 páginas e muita informação sobre a literatura nacional.
Para ver o link que dá acesso à 2ª edição do jornal, dê um pulinho em: http://sobrecapa.wordpress.com/sobrecapa-literal/.
Quer ficar por dentro de todas as edições? Assine o jornal. É gratuito.
Divulguem, pois esse jornal é o nosso cantinho informal para falar de literatura!
Boa leitura!
















