O marido perfeito mora ao lado, de Felipe Pena
Felipe Pena é psicólogo, jornalista e tem pós-doutorado pela Sorbonne, mas busca em sua prosa a narrativa que seduz, que faz o leitor mudar de página. Felipe diz que se o leitor lhe disser que virou a página de um livro seu, sem conseguir parar de ler, terá lhe dado o maior presente que um escritor pode receber.
Depois de publicar vários livros e artigos acadêmicos, em 2008, Felipe estreou na ficção com o romance “O Analfabeto que passou no vestibular”. Agora, em 2010, ele volta com o mesmo personagem de seu romance anterior, Antonio Pastoriza, no livro “O marido perfeito mora ao lado”.
Em O marido perfeito mora ao lado, somos apresentados a uma mulher angustiada que busca a ajuda de uma terapeuta para salvar o casamento. Mas logo percebemos que a angústia é compartilhada por outros personagens, até mesmo pelos bem casados (ou principalmente por estes, como diz um deles). Então ocorre um crime. E os terapeutas farão o papel de investigadores. Quem é o culpado pela incomunicabilidade entre homens e mulheres? Uma questão que nem Freud foi capaz de resolver, embora passemos a vida atrás da resposta.
Lançamento:
* Dia 18 de março (qui), a partir de 19h00,
na Livraria Travessa do Shopping Leblon (RJ)
Av. Afrânio de Melo Franco, 290 loja 205 A- Leblon – RJ
Tel: (21) 3138-9600
Acesse o convite.
Atores encenarão um casal discutindo a relação.
Os autógrafos serão dados pelo autor num divã freudiano.
Mais…
- Leia o perfil do autor aqui no Sobrecapa;
- Leia mais sobre o autor em seu site;
- Acesse o blog do autor;
- Assista à entrevista do escritor a Edney Silvestre, no programa Espaço Aberto Literatura;
- Leia entrevista feita pela editora Record a respeito do livro.
O marido perfeito mora ao lado
Felipe Pena
Record, 304 págs, R$ 34,90
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A Editora Record e o site Paula Cajaty estão promovendo o novo romance de Felipe Pena.
Serão 5 (cinco) exemplares gratuitos para os primeiros comentários deixados no site,
sob a postagem do Especial Felipe Pena.
Confira no site Paula Cajaty.
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“Por que nunca estamos satisfeitos com o que temos? Por que a grama do vizinho é sempre mais verde? Por que descobrimos um amor quando estamos na iminência de perdê-lo? Para o psicanalista Antonio Pastoriza, personagem principal deste livro, “desejar é um verbo intransitivo. O desejo investe no vazio, naquilo que não temos. Só valorizamos o que está ausente. Ou seja, aquilo que só percebo quando perco, porque, depois de perdido, ele se torna perfeito.” Alguém discorda?
A comparação com o próprio Nelson Rodrigues é inevitável. Felipe Pena desnuda a natureza humana e compõe personagens que são o nosso espelho, mostram nosso ridículo original. Homens e mulheres não escaparão daquela lágrima desgarrada, que escorre pelo canto do olho. Mas também se deliciarão com as cenas de sexo (descritas com uma sutileza que é muito excitante) e perderão o fôlego com a trama policial embutida no enredo.“
João Assafim





