Lançamentos literários
Divulgando…
Outros lançamentos literários dessa semana:
Aconteceu no sábado (29/08):
- É quase noite no coração daquelas águas, de André di Bernardi (Editora Confraria do Vento). No Café do Sol – Belo Horizonte. Poesia.
- Questão de pele: contos sobre o preconceito racial, organizado por Luiz Ruffato (Editora Língua Geral). Na Estação Leopoldina – RJ. Contos.
Terça (01/09):
- 19h: Os lençóis e os sonhos, de Orlando Senna (Editora Record). Na Livraria Argumento do Leblon (www.livrariaargumento.com.br). Romance.
Quinta (03/09):
- 19h: Enchente, de Olivia Rabacov e Weberson Santiago (Mar de Ideias). Na Livraria Argumento do Leblon (www.livrariaargumento.com.br). Infantil.
Sexta (04/09):
- 19h: Veja se você responde essa pergunta, de Alexandre Rodrigues (Não Editora). Na Livraria Travessa do Leblon (www.travessa.com.br). Contos.
- 19h: O sol da palavra, de Celi Luz (Ibis Libris). Na Livraria Travessa do Barra Shopping (www.travessa.com.br). Poesia.
Sinuca embaixo d’água, de Carol Bensimon

capa
Carol Bensimon tem 26 anos, é Mestre em Teoria da Literatura e doutoranda na Sorbonne Nouvelle. Estreou ano passado com um livro de pequenas novelas Pó de Parede, que ganhou a crítica e arrancou elogios de Luiz Ruffato, Ivana Arruda Leite e Daniel Galera, entre outros. Dona de uma prosa segura, Carol vem confirmando seu nome com um novo trabalho. Em 2009, estreia com um romance que nasceu de sua dissertação de mestrado e com o qual recebeu a Bolsa da Funarte de apoio à criação literária.
Sinuca embaixo d’água é uma história construída em torno de uma ausência. Sete personagens narram um momento de luto, depois que Antônia, uma garota na casa dos vinte anos, morreu num acidente de automóvel. Boa parte dos episódios transcorre no bar do Polaco. Às margens de um lago, os fundos do bar abrigam um salão de sinuca.
O local é frequentado por Camilo, irmão rebelde de Antônia, que tinha uma relação especial com a irmã: entre a adoração e o instinto protetor. Sua principal ocupação é montar e desmontar carros antigos.
O tímido e doce Bernardo era colega de faculdade de Antônia, com quem ela mantinha um romance platônico. É ele quem vai esboçar uma investigação sobre o acidente: estaria ela embriagada, transtornada por uma briga passional, fugindo, sendo seguida?
Bernardo e Camilo não são os únicos a se ocupar dessa ausência. Polaco, a jornalista Helena, o publicitário Gustavo, o vizinho Lucas e o forasteiro Santiago estão todos ligados, entre si e a Antônia, graças a esse acontecimento trágico, que instaura outro tempo, feito de memória, dificuldade de expressão e necessidade de um novo aprendizado.
Lançamentos:
Dia 02 de setembro, às 19h00, na Livraria Cultura – Bourbon
(Bourbon Shopping Country -
Av. Túlio de Rose , 80 loja 302 – Porto Alegre – RS. Tel 51-3028-4033)
Dia 08 de setembro, às 19h00, na Saraiva Megastore Higienópolis
(Shopping Pátio Higienópolis
Av. Higienópolis, 618 loja 315 – São Paulo – SP. Tel 11-3662-3060)
Mais…
- Leia o perfil da autora aqui no Sobrecapa;
- Acesse o site da autora;
- Leia o blog do livro Sinuca embaixo d’água, no qual Carol publicou o making-of do mesmo;
- Leia o primeiro capítulo do seu livro Pó de Parede;
- Leia resenha escrita por Luiz Ruffato e publicada na Bravo! sobre seu livro Pó de Parede;
- Assista ao vídeo de Carol numa entrevista na Estação Cultura da TVE-RS.
Sinuca embaixo d’água
Carol Bensimon
Companhia das Letras, 144 págs., R$ 36,50
* Leia a orelha do livro *
O casamento da princesa, de Celso Sisto

capa
Celso Sisto é escritor, ilustrador, ator, tem mais de 30 livros publicados e ainda divulga a literatura como contador de histórias, ministrando cursos, palestras, enfim, respirando literatura.
Em seu novo livro, Celso nos presenteia com uma belíssima adaptação de um conto popular originário da África Ocidental. O casamento da princesa é uma história repleta de simbologia e significados. História essa similar as que eram contadas pelos mais velhos aos mais novos. Lendas passadas de geração a geração.
Abena, a mais bela princesa da África Tropical, está finalmente apta a se casar. Com o passar dos anos, sua beleza só se fez aumentar, despertando a ternura e paixão de quem a rodeia. A notícia da singela graça da moça percorre todo o continente e logo surgem vários pretendentes. Os primeiros a disputar a mão da princesa são dois concorrentes de peso: o Fogo e a Chuva.
A Chuva, delicadamente, promete à princesa toda a vitalidade que a água proporciona: crescimento de plantações, multiplicação das colheitas… “Graças a mim, teremos sempre água pura para beber e rios cristalinos, cheinhos de peixes, onde se pode nadar e pescar” – foi a sua oferta. Diante de palavras tão musicais, a solitária Abena aceita a proposta da chuva, sem ter o conhecimento do que acontecia naquele exato instante.
O Fogo, consciente de seu poder, discursa para o pai de Abena: “Minhas chamas mantém os animais perigosos ao longe, cozinham a comida diariamente, iluminam as intermináveis noites escuras e aquecem o corpo durante o frio” – palavras fortes o suficiente para impressionar o Rei que, deslumbrado, cede a mão de sua filha.
Apaixonada pela Chuva, mas prometida para o Fogo, a princesa Abena cai em profunda tristeza e, para não ver a beleza de sua filha desaparecer, o Rei tem uma ideia. Uma disputa entre a Chuva e o Fogo encerraria o impasse. O vencedor do duelo teria a mão da princesa. A notícia sobre o maior embate já ocorrido corre pela África toda e todos (principalmente Abena) estão ansiosos para saber qual será o resultado final.
É neste tom de fábula que o autor Celso Sisto resgata a magia por trás dos contos africanos. Os guaches da ilustradora Simone Matias ajudam a dar forma aos tons quentes da África Tropical onde a obra é retratada: “Fiz pesquisas sobre o povo ashanti: vestuário, tambores, joias, trono do rei, estandartes”, diz.
Com uma história repleta de simbologia e significados, O casamento da princesa adapta para as gerações atuais a oralidade da cultura africana, repleta de deuses e mistérios, tornando-a desta forma, atemporal.
Mais…
- Leia o perfil do autor aqui no Sobrecapa;
- Acesse o site do autor;
- Acesse o blog do autor;
- Leia resenha do seu livro, escrita por Romí de Liz, publicado no Diário Catarinense;
- Leia resenha do seu livro, escrita por Ludmilla Balduino, publicado no Portal UOL Crianças;
O casamento da princesa
Celso Sisto
Ilustrações de Simone Matias
Editora Prumo, 32 págs., R$ 28,90
Bonifácio, o porquinho, de Marilia Pirillo

capa
Marilia Pirillo nos faz sorrir ao vermos suas ilustrações. E em 2009 nos faz sorrir também ao lermos seus textos. Esse ano já nos encantou com Bagunça e arrumação (divulgado aqui no Sobrecapa). Agora nos presenteia com Bonifácio, o porquinho.
Bonifácio era um porquinho um pouco diferente: tinha nojo de lama, não gostava de brincar no chiqueiro e até quis aprender a nadar no riacho. Os pais se preocupavam com aquelas manias e ficaram indignados quando Bonifácio quis se tornar bichinho de estimação do filho do fazendeiro. Mas foi então, jogando futebol com o menino, que o porquinho descobriu como era bom brincar sem medo de se sujar e, depois, tomar um banho bem gostoso. Essa história, que é a de tantas crianças, é contada com muito humor pelo texto ágil e pelas ótimas ilustrações de Marilia Pirillo.
Lançamento:
Dia 23 de agosto, às 16h00, na Livraria Travessa - Shopping Leblon
(Av. Afrânio de Mello Franco, 290 – 2º andar – Leblon – RJ. Tel 21-3138-9600)
Mais…
- Leia o perfil da autora aqui no Sobrecapa;
- Veja divulgação do seu livro Bagunça e arrumação aqui no Sobrecapa;
- Confira no site da autora suas ilustrações, divagações e livros publicados
Bonifácio, o porquinho
Marilia Pirillo
WMF Martins Fontes, 32 págs., R$ 29,80
A câmera e a pena, de Alexandre Brandão

capa
Alexandre Brandão estreou como contista, recebeu o Prêmio Oficina do Autor da Funarte, que lhe rendeu reconhecimento e a leitura e comentários de Flávio Moreira da Costa, além de várias resenhas sobre a coletânea Estão todos aqui. Agora, em seu terceiro livro, Alexandre aposta nas novelas. E uma aposta que explora o mundo das pessoas que fazem cinema e literatura. Aposta que já rende boas impressões.
Na primeira, intitulada “Um pouco mais que um diretor”, o autor mostra o drama por trás do drama: um set de filmagem assolado pela guerra de egos, pelos vícios e vaidades de atores, diretores e colaboradores de um filme. E por um dilema inusitado: fazer o filme e destruir reputações ou preservar reputações, acabando com o filme.
A segunda novela, “Em torno de uma xícara de café”, entra no universo dos aspirantes a escritores e da amizade que comumente nasce entre eles a partir de seus afetos literários. Os cinco novos autores e amigos que se reúnem para submeter seus textos às críticas dos demais servem de pretexto para o virtuosismo de Alexandre Brandão, que cria os mais diversos estilos e registros, numa interessante abordagem metalinguística da literatura e do fazer literário dos novos escritores.
O autor aproveitou o livro para convidar algumas de suas referências literárias para escrever a orelha (Antônio Barreto) e as apresentações das novelas (Marco Túlio Costa e Alexandre Marino). Os três são conterrâneos de Alexandre e foram responsáveis, nos anos 70, pelo lançamento da Protótipo, revista literária que teve repercussão nacional, apesar de editada no interior de Minas Gerais. Dessa forma, o livro é também uma espécie de reunião de amigos, pois são também amigos o capista (Ricardo Tamm) e as revisoras (Teresa Cristina Pessoa Brandão e Glória Castro).
O lançamento ocorreu em maio no Rio de Janeiro e em junho na cidade de Passos, no Palácio da Cultura.
Mais…
- Leia perfil do autor aqui no Sobrecapa;
- Acesse o blog do autor;
- Leia a resenha do livro escrita por Duílio Gomes e publicada no Caderno Ideias do Jornal do Brasil;
- Leia a resenha do livro escrita por Haron Gamal e publicada no Portal Literal;
- Leia matéria publicada no jornal Correio dos Lagos, a respeito do lançamento.
A câmera e a pena
Alexandre Brandão
Cais Pharoux, 160 págs., R$ 30
* Leia a orelha do livro *
Entrevista com André Giusti
Confira na página Entrevistas o bate-papo com o escritor André Giusti.
Exagerei nas perguntas com o André, mas ele não deixou a bola cair, e nos presenteou com belíssimas respostas.
Imperdível!
Dicionário Amoroso da Língua Portuguesa, org. por Marcelo Moutinho e Jorge Reis-Sá

capa
Marcelo Moutinho é um escritor que não se limita a escrever boa ficção, ele também vive e respira cultura. Seu amor pela literatura o faz divulgar a boa literatura, quando não incentivá-la, seja com suas resenhas, os posts em seu blog ou organizando antologias. Ele promete que esta é a última, mas desconfio que não resistirá a uma nova boa ideia, pois o público leitor também não resiste. Então se há público, a ideia não está saturada. Foi nessa linha que Marcelo se reuniu com o escritor português Jorge Reis-Sá e, partindo de um livro publicado por Jorge (A sua palavra favorita), eles organizaram e lançaram em junho a coletânea de contos Dicionário Amoroso da Língua Portuguesa.
Como um bom dicionário, ele é repleto de palavras, e seus significados estão expressos em contos, poemas e até ensaios. Escolher uma palavra favorita na língua portuguesa — quando se tem à disposição mais de 400 mil opções — pode ser uma tarefa um tanto quanto complicada. Pois este foi o desafio proposto a 35 autores do idioma, de cinco países diferentes. O resultado não podia ser melhor.
A seleção dos participantes obedeceu a um conceito básico: explorar as possibilidades da Língua Portuguesa. Dessa forma, há desde poetas mais afeitos às formas clássicas a outros que trabalham com o verso livre. Entre os prosadores, a variedade se repete. Ao lado de jovens para os quais a crítica especializada já chamou a atenção, estão escritores laureados com prêmios como o Portugal Telecom, o José Saramago, o Jabuti e o Machado de Assis, entre outros. Detalhe importante: por decisão dos organizadores e da editora, o livro obedece as antigas regras de ortografia.
Em um ano marcado por discussões sobre o acordo ortográfico da língua portuguesa, que unifica o idioma escrito em todos os países onde ele é oficial, optou-se por manter, neste “dicionário”, as peculiaridades do português de cada país presente na obra. São autores do Brasil, de Portugal, de Angola, de Moçambique e do Timor Leste, e, em cada um deles, a mesma palavra pode assumir formas e significados diferentes. “Justamente para sublinhar essa distinção que depreende da unidade, tornando-a mais rica, optamos por não obedecer às regras do novo acordo ortográfico”, afirmam os organizadores.
O Dicionário Amoroso da Língua Portuguesa é “um dicionário de palavras íntimas”, que fala de amor e amores, entre eles aquele que é dirigido ao peculiar e notável idioma que nos foi legado, o português — sempre mutante e encantador.
35 autores, 35 palavras, 4 continentes
Brasil — Adriana Lisboa (Guerrilha), Alexei Bueno (Oblívio), Amílcar Bettega (Neve), Antonio Cicero (Moderno), Antônio Torres (Saudade), Armando Freitas Filho (Morte), Bruna Lombardi (Serendipidade), Fabrício Carpinejar (Casa), Fernando Molica (Buceta), Flávio Izhaki (Vício), Glauco Mattoso (Sola), Heloisa Seixas (Espelho), Henrique Rodrigues (Você), Jorge Fernando da Silveira (Rio), Marcelino Freire (Palavra), Marcelo Moutinho (Água), Mariana Ianelli (Condor), Paulo Henriques Britto (Peteleco), Raimundo Carrero (Sombra), Tatiana Salem Levy (Deserto).
Portugal — Antônio José Teixeira (Árvore), Daniel Maia-Pinto Rodrigues (Bosque), Desidério Murcho (Verdade), Francisco José Viegas (Poeira), Jorge Rocha (Rosa), Jorge Reis-Sá (Sombreiro), José Luis Peixoto (Calicatri), Manuela Costa Ribeiro (Viajar), Paulo Brody (Violeta), Rui Lage (Insecto).
Angola — Ana Paula Ribeiro Tavares (Silêncio), João Melo (Porra), Ondjaki (Sandália).
Moçambique — Guita Jr. (Fogo).
Timor Leste — Luís Cardoso (Madrugada).
O lançamento no Rio ocorreu em julho.
Mais…
- Leia perfil do Marcelo aqui no Sobrecapa;
- Acesse o site do Marcelo Moutinho;
- Leia entrevista com o autor, a respeito do livro, publicada no Prosa & Verso;
- Leia resenha escrita por Juliana Krapp, publicada no Caderno Ideias
Dicionário Amoroso da Língua Portuguesa
organizado por Marcelo Moutinho e Jorge Reis-Sá
Casa da Palavra, 134 págs., R$ 49
A História de Clarice, de Anna Claudia Ramos

capa
Anna Claudia Ramos tem dezessete anos de carreira, mais de 40 livros publicados, e o sonho de que a Literatura InfantoJuvenil seja respeitada como a literatura que é e não como algo menor. Enquanto ela vai espalhando suas sementes com palestras e oficinas, não para de escrever, pois essa foi a forma que encontrou de nunca parar de brincar, sonhar e imaginar. Anna também está em seu segundo mandato como presidente da Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (AEILIJ).
Temos algo em comum (além do primeiro nome), uma paixão por Lygia Bojunga e por sua A bolsa amarela. E é com esta obra, entre outras, que Anna cria uma intertextualidade no juvenil A História de Clarice.
A História de Clarice conta a história de uma menina de 10 anos que tinha um meio irmão, não tinha pai e tinha uma mãe que abandona os filhos. Esse é apenas o início da história da pequena Clarice, uma narrativa para jovens leitores que se constrói através de bem armada trama intertextual. No cruzamento com outros 3 textos literários (A vendedora de fósforos e O soldadinho de chumbo, de Hans Christian Andersen e A bolsa amarela, de Lygia Bojunga) que se apresentam como leituras à protagonista que não conheceu o amor materno, Clarice simbolicamente vai resolvendo seus conflitos. O texto é também uma declaração de amor da escritora Anna Claudia à literatura e à obra de Lygia Bojunga, sua assumida fonte de inspiração.
O lançamento ocorreu em junho no Salão do Livro e em julho na Flipinha. O próximo será em Porto Alegre.
Lançamentos:
Dia 26 de setembro, às 19h00, na Livraria Moliterno
(Rua Tobias da Silva, 22 - loja 02 - Moinhos de Vento – Porto Alegre – RS)
Dia 13 de outubro, às 19h30, na Livraria Literárea
(Rua Marquês de Abrantes, 177 - loja 107 – Flamengo – Rio de Janeiro – RJ –
Tel: (21) 3237-3947)
Veja o convite
Mais…
- Leia perfil da autora aqui no Sobrecapa;
- Acesse o site da autora;
- Ouça no blog da Folhinha (caderno da Folha de São Paulo) o áudio em que Anna lê trechos de A História de Clarice;
- Leia entrevista de Anna ao escritor e ilustrado Maurício Veneza;
- Leia matéria com a autora que saiu no Manual da Flipinha.
A História de Clarice
Anna Claudia Ramos
Editora Projeto, 64 págs, R$ 26
* Leia a orelha do livro *
A liberdade é amarela e conversível, de André Giusti

capa
André Giusti é jornalista e escritor, já publicou três livros de contos, sendo que o primeiro (Voando pela noite: até de manhã) foi finalista do Prêmio Jabuti. Agora em 2009, André lança seu quarto livro, se consolidando como um autor urbano, em que a grande cidade é o palco de situações vividas pelo homem dessa primeira década do século.
Os doze contos do livro são histórias de desemprego, divórcio, preconceito, convivência, sonhos de infância, filhos, morte e vida, contadas com lirismo, ironia e até mesmo humor.
Assim, André nos apresenta um mundo já velho conhecido de todos nós, que está nas ruas, nos jornais e em nossos quartos. A novidade é o olhar que se emprega. Com uma narrativa madura, o autor percorre a cidade e o homem contemporâneo, transformando o corriqueiro em inusitado e a banalidade em poesia.
O Lançamento em Brasília ocorreu em junho. O próximo será no Rio.
Lançamento:
Dia 06 de agosto, às 19h00, no Belmonte
(Rua Jardim Botânico, 617 – Jardim Botânico – RJ. Tel 21-2239-1649)
Mais…
- Leia perfil do autor aqui no Sobrecapa;
- Acesse o twitter do autor;
- Acesse o site do autor;
- Leia resenha do livro publicada por B. Scartezini, no Correio Braziliense (disponível no site da editora);
- Leia um dos contos do livro, Vale do Paraíba, publicado no site www.saladeleitura.com.br;
- Leia um dos contos do livro, Boa índole, publicado no Jornal Rascunho
A liberdade é amarela e conversível
Coleção Rocinante
André Giusti
7Letras, 108 págs., R$ 28
* Leia a orelha do livro *
Lançamentos literários
Divulgando… outros lançamentos literários dessa semana:
Terça (04/08):
- 18h30: Poesia reunida: vols 1 e 2, de Carlos Nejar (Editora Novo Século). No Centro Cultural da ABL (www.academia.org.br).
Quarta (05/08):
- 17h: Coisas que chegam, coisas que partem, de Ninfa Parreiras, ilustração de Cláudia Ramos (Editora Cortez). Na Livraria da Conde (www.daconde.art.br).
- 19h: O lento aprendizado do rapaz que amava ondas e estrelas, de Davino Ribeiro de Sena (Editora 7 Letras). Na Livraria da Conde (www.daconde.art.br).
Quinta (06/08):
- 19h: Liberdade é amarela e conversível, de André Giusti (Editora 7 Letras). No Belmonte (R. Jardim Botânico, 617 – RJ).
Sexta (07/08):
- a definir: Mulher de um homem só, de Alex Castro (Editora Os Viralata). No Amarelinho da Cinelândia (www.amarelinhodacinelandia.com.br).
Botoque e Jaguar: a origem do fogo, de Claudia Roquette-Pinto

capa
Claudia Roquette-Pinto é poeta, mais do que isso, é um nome solidificado na poesia. Ganhou o Prêmio Jabuti, em 2002, com seu livro Corola e foi finalista do Prêmio Portugal Telecom, em 2006, com Margem de Manobra. Em 2009, Claudia estreia na literatura infantil, levando toda a sua sensibilidade para uma lenda indígena que conta a história de Botoque, um curumin corajoso e inocente.
Botoque vive na floresta: é um astuto curumim. Sobe num rochedo para pegar filhotes de araras, que podem, com suas penas, dar um belo cocar. Botoque, contudo, encontra apenas os ovos desses pássaros. Ele não sabe, mas os ovos são encantados. Botoque fica então preso no rochedo, sozinho, sem nada para beber e comer.
Um dia ele acorda diferente, pressentindo no vento alguma mudança. É quando, lá de cima, vê um raio amarelo pintado – um jaguar – que carrega nas costas as suas caças: capivara, caititu, socó e veado. E desse encontro entre Botoque e Jaguar nasce uma das maiores aventuras entre as lendas indígenas: a origem do fogo!
A história de Botoque e Jaguar: a origem do fogo, de Claudia Roquette-Pinto é uma lenda indígena e integra a coleção Mãe Brasil, da editora Língua Geral. Em lindas ilustrações de Apo Fousek, a obra nos mostra a riqueza dos contos indígenas, da cultura deste povo e dos encantos, perigos e mistérios da floresta.
“Jaguar é bicho instruído. Ora se é, com a pata enorme ele pega uma varinha e cutuca que cutuca as brasas. As labaredas acordam. E logo a flor do fogo começa a dançar. O menino olha, encantado. O jaguar então põe a carne em cima das pedras e ela vai mudando de cor. Começa a chiar, a estralar. Um cheiro diferente vai enchendo a caverna ao derredor.”
Lançamento:
Dia 03 de agosto, às 19h00, na Livraria Travessa de Ipanema
(Rua Visconde de Pirajá, 572 – Ipanema – RJ. Tel 21-3205-9002)
Mais…
- Leia perfil da autora aqui no Sobrecapa;
- Acesse o site da autora;
- Acesse o blog da autora Oui! à l’inspiration, no qual a poeta dá espaço à prosadora, publicando pequenas crônicas que se fazem acompanhar por suas incursões pelo mundo da pintura;
- Veja vídeo da entrevista com a autora para o programa Pontos de Interrogação, promovido pelo Instituto Itaú Cultural;
- Leia resenha sobre o livro, por Carolina Leal, publicada no Jornal do Brasil.
Botoque e Jaguar: a origem do fogo.
Coleção Mãe Brasil
Claudia Roquette-Pinto
Ilustrador: Apo Fousek
Língua Geral, 36 págs., R$ 24,90



